Perfume torna-se o motivo da descarga Revendedora

As consequências da crise econômica são fortemente sentidas pelas funcionárias que são demitidas por sua predileção por perfumes. A questão é que, em um ambiente estressante, o olfato das pessoas, especialmente aquelas que têm muita responsabilidade, é agravado até o limite. Além disso, o motivo de uma em cada cinco demissões é baseado no desagrado pessoal do chefe do funcionário. Contexto histórico Segundo dados de uma revista alemã chamada Junge Karriere, 38% dos alemães consideram o fator mais irritante no local de trabalho o cheiro que emana de seus colegas. Esta questão não é apenas relevante para a Alemanha. As numerosas discussões sobre o tema na Internet atestam isso: sofri durante meio ano os fortes aromas de nossa nova funcionária. No final do dia, minha cabeça estava doendo e meus dedos eram todos polegares.

É uma pena que eu não tenha autoridade para aplicar medidas administrativas a essa senhora – escreve um funcionário de uma empresa suíça em seu blog. Na verdade, o cheiro de perfumes, mesmo fragrâncias caras e de alta qualidade, pode causar não apenas desconforto emocional, mas também reações alérgicas na forma de náusea, vertigem ou resfriado. Por esse motivo, em muitas empresas, os fãs de aromas artificiais são combatidos da mesma maneira que o fumo no local de trabalho. Exacerbação Antes do início da histeria econômica mundial, esse problema existia junto com outros. Os chefes tentaram não anunciar sua aversão pessoal a um colega que abusou de uma fragrância e creditaram oficialmente que os colegas fossem demitidos por outras razões. A crise limpou o ar. Agora, os gerentes não hesitam em declarar que a liberação de um funcionário está relacionada ao fato de um funcionário ter criado uma situação desconfortável (ou conflitante) por causa do uso excessivo de perfume.

Há pouco tempo, na cidade sueca de Malmo, uma colaboradora de uma companhia de navegação foi demitida porque usava água de toalete com um aroma muito doce e gostoso, o que criou em seu chefe uma sensação de asfixia. Depois de um aviso da gerência, ela se recusou a mudar sua eau de toilette. A princípio, este caso recebeu grande atenção do público, mas o interesse diminuiu após o surgimento de um par de situações semelhantes. Um precedente ainda melhor aconteceu na cidade inglesa de Norfolk.

Linda Gorman entrou com uma ação contra vários colegas ao mesmo tempo e até contra seu próprio chefe pelo uso de perfume no local de trabalho. Solução na moda Observando essa triste tendência, muitas casas de moda aumentaram os fundos direcionados às ações de relações públicas, a fim de chamar a atenção dos compradores para os aromas calmos dos escritórios. Verificou-se que na linha de perfumes representados no mercado, existe um tipo especial de aromas – para o trabalho ou para todos os dias. Existem aromas estritos e implícitos de flores ou verdes, com notas doces em que são neutralizadas, o que deve ajudar o usuário do perfume a transmitir aos seus associados e colegas a imagem de um parceiro sério e confiável. Na verdade, uma empresária pareceria ridícula, se cheirasse a baunilha ou doces. Combinação perfeita Para o local de trabalho e revista avon, seria lógico selecionar odores neutros, frescos, verdes, de flores e gramados com um sabor levemente azedo de frutas ou com a vivacidade de uma brisa do mar.

O uso de cheiros unissex é a melhor maneira possível de corresponder ao estilo comercial contemporâneo. Para grandes chefes do sexo feminino, vale a pena voltar a atenção para perfumes respeitáveis, que refletem status, mas não são muito intrusivos. Por exemplo, 5th Avenue de Elizabeth Arden, DKNY de Donna Karan. Aromas calmos e imperceptíveis são insubstituíveis para as trabalhadoras iniciantes, que temem muito o nariz sensível do chefe, mas ao mesmo tempo elas também querem cheirar bem. A obscuridade de tais aromas não diminui seus méritos: Aqua Allegoria Flora Nerolia da Guerlain, Inspiration da Lacoste. Para aquelas funcionárias de médio

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